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Análise de Bonitinha, Mas Ordinária

Clássico Nacional dos anos 60
  • Categoria: Critica de Filmes
  • Publicação: 21/03/2025 00:23
  • Autor: Ricardo Corsetti
"Não deixa a mamãe andar pra trás, não deixa! Põe mais gelo, Apolônio. O mineiro só é solidário no câncer. Um contínuo, mesmo que um dia se torne ministro, no fundo, será sempre um contínuo. Cadelão, meu cadelão". Frases extraídas da primeira adaptação cinematográfica, realizada em 1963, de "Bonitinha, Mas Ordinária". Célebre texto/peça que só confirma a genialidade de Nelson, tanto nos polêmicos temas por ele abordados, como também como autor de frases e bordões inesquecíveis. Obs: no que se refere às adaptações cinematográficas da obra em questão, eu ainda prefiro a versão oitentista do querido Braz Chediak . Mas essa versão dirigida por J.P. Carvalho (ou Billy Davis) e produzida/estrelada por Jece Valadão, tem lá seu valor. Destaque para a presença da diva suprema, Odete Lara e também para a estréia da linda, Lia Rossi. Ah, a trilha sonora composta por Carlos Lyra, também é digna de nota